O Jantar cultural acolheu Ricardo Castro, famoso pianista internacional e regente do Neojibá: através de seu grandioso trabalho junto aos jovens baianos nos ensinou o valor da música como veículo de educação a Beleza. Essas orquestras são formadas por jovens e crianças e seguem um método de ensinamento que vem da Venezuela.

- Ricardo Castro e integrantes do Neojibá
Eles trabalham muito (quatro horas por dia). O repertório é amplo, do clássico ao moderno, do folclórico brasileiro às músicas do mundo inteiro.
O Instituto Feminino com quem fizemos parceria é um lugar maravilhoso. E um museu com móveis de época. Um dos nossos convidados nos disse: “Este lugar nos descansa”.

- No Instituto Feminino
Ricardo Castro nos apresentou seu percurso e a sua paixão pela educação musical dos jovens : “(…)A música é a minha primeira língua, eu sabia tocar piano bem antes de saber falar corretamente ou escrever português. O piano foi sempre o meio de poder expressar o que eu queria dizer. Meu caminho foi seguido de algumas dificuldades: deixar o meus pais, abandonar meus amigos, a comida que eu gosto, minhas colegas, um preço muito alto!
Nos projetos sociais os quais visitei, descobri que aqueles que faziam a proposta da música levavam algo mais. Nunca duvidei que era possivel fazer o projeto Neojibá com os jovens.
Tocar piano é para mim a mesma coisa que me alimentar, respirar, é a minha relação vertical. A música está sempre presente na vida das pessoas. Nós queremos que o jeito de tocar música ao vivo volte para dentro das casas. E isso não e um presente que lhes fazemos senão um direito. As apresentações para o público é um elemento essencial de nosso projeto. Nós queremos oferecer as famílias de nossos jovens, do projeto, a possibilidade de ir ao teatro, o melhor da cidade (…)"















